• Nota sobre o autor: 

  • Paulo Neves, gaúcho de São Gabriel/RS, professor universitário aposentado, geólogo e PhD pela USP (São Paulo), um apaixonado pelo esporte bretão. Torcedor do Santos Futebol Clube e do Esporte Clube Cruzeiro, de Porto Alegre, hoje em Cachoeirinha/RS. Muitos me perguntam "porque Santos e Cruzeiro"? A resposta pelo Santos é fácil: - pela minha idade (69 anos), peguei em cheio os anos mágicos do "peixe", com Pelé e compania - um time dos céus. Pelo Cruzeiro mais difícil: quando vim para a capital, em 1966, o primeiro jogo que fui ver foi Cruzeiro 1 x 2 Riograndense de Rio Grande - nesse jogo o Cruzeiro foi rebaixado para a segunda divisão. A velha Montanha lotada (cerca de 30.000 espectadores), no final do jogo uma "choradeira generalizada", velhos torcedores cruzeiristas choravam e os mais jovens estavam incrédulos. Aquilo me consternou e a partir de então, minha segunda casa passou a ser a velha Montanha. Em futebol, o primeiro time é para sempre, não existe "ex". Então, agora já aposentado e com tempo infinito em minha vida, resolvi preservar a imagem do futebol brasileiro, com aqueles fatos que considero mais relevantes, a história do esporte bretão no Brasil, a partir dos resultados e times que considero mais importantes: Seleção brasileira, Santos, Grêmio, Internacional e o meu amado Cruzeiro de (Porto Alegre/Cachoeirinha). 
  • Caros consulentes, tenham um bom mergulho na história e nos significados que o esporte bretão nos legou.

 


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